segunda-feira, 13 de maio de 2013

PORQUÊ ADOPTAR UM CÃO? Um testemunho

Os donos da Pupa (ex-Mamuska), enviaram-nos um mail muito especial onde comprovam a excelente decisão tomada quando resolveram adoptar a Mamouska na APA. Nada melhor que ler a história na primeira pessoa:

" Já há muitos anos que tenho uma cadela que foi apanhada na rua, há cerca de 16 anos, entretanto e após ter casado, o meu marido demonstrou o desejo de ter mais um patudo, até porque a minha já estava muito velhota, assim sendo, e quando menos esperávamos encontramos uma menina de aproximadamente 1 ano, abandonada no meio dos carros, coincidência ou não, no dia de anos do meu marido e, após ele me ter dito que a prenda de anos que mais desejava era que fôssemos ao canil buscar um cão!

Levámos a menina à qual chamámos Petra para casa e, realmente foi a melhor coisa que podíamos ter feito, porque a amamos muito e ela a nós.
Entretanto mudámos de casa para um casa com quintal e pensámos em ter mais uma patuda.

Surgiu a necessidade de esterilizar a nossa Petra, e indicaram-nos a APA de Torres Vedras.
 Pelo caminho falámos em ver os patudos que havia para adoptar, e assim fizemos!
 Quando vimos a PUPA (na altura Mamuska) foi amor à primeira vista, tanto eu como o meu marido olhámos para ela, olhámos um para o outro, e dissemos……É ela a nossa nova menina!!

Depois tratámos de todo o processo e eis que ela pertence a nossa família, há quem não acredite no destino, eu acredito, e a PUPA estava a nossa espera!
 A habituação dela foi excelente, desde o 1º momento em que entrou em casa, parecia ter lá vivido desde sempre.
O comportamento dela é de uma cadela que já viveu com humanos dentro de uma casa, faz as necessidades na rua, ou pede para ir ao quintal, salta para cima da nossa cama, não estraga nada, enfim nota-se bem que ela já tinha vivido numa casa.

A adaptação dela com as duas “manas” foi desde inicio muito fácil. Quando ela chegou fizemos questão de separar a comida por 3 comedouros depois, aos poucos, fomos ensinando a comerem caso necessário do mesmo.
Com a “mana” mais velha e em virtude de já ser muito velhinha – 16 anos, a relação é uma relação cordial, mas com a outra mana a brincadeira dura horas sem fim, pois são ambas da mesma idade.

Já a levamos à praia e ela adorou, aliás notou-se que já não era a primeira vez, pois ela e a “mana” dela a Petra foram a correr para a água e a brincadeira foi constante.

A PUPA é extremamente dócil, amiga tanto dos humanos como dos outros cães.
 Não sabemos mais o que dizer, pois há sentimentos que não se conseguem explicar facilmente por palavras.
 TANTO EU COMO O MEU MARIDO AMAMOS AS NOSSAS PATUDAS."

Prova-nos a leitura deste testemunho que a relação que se estabelece com um animal de estimação pode ser muito intensa, potenciadora de felicidade, da mais pura que há, bem como, da inesgotável afeição recíproca que todos nós precisamos, como seres de afectos que somos!
Há quem diga que gostar de animais é uma doença! Esperamos que seja daquelas contagiosas...

Um comentário:

Mariline Costa disse...

É realmente bom ler este tipo de testemunhos, e fico especialmente contente por ver que a ex-mamuska está feliz, pois eu adotei um dos filhotes dela, o César, que é tambem ele um doce de cáo, extremamente docil e calmo. Felicidades a todos os patudos e amantes de patudos :-)